Você só precisa das ferramentas, da prática, da constância e de acreditar que tudo é possível.

Cap. 28 – Atreva-se a experimentar o poder de manifestar
Atreva-se a experimentar o poder de manifestar. Foto: Nazareth reales

Há uma pergunta que se repete muitas vezes quando contamos nossa história:

Mas como vocês conseguem viver viajando?

— Como conseguem dinheiro?
— Onde trabalham?
— Como sustentam uma família viajando de bicicleta?
— Do que vivem quando chegam a um lugar e decidem permanecer durante alguns meses?

Talvez, por trás de todas essas perguntas, exista outra muito mais profunda:

Como faço para conquistar a vida que quero?

Durante muito tempo, pensei que essa questão estivesse principalmente relacionada a encontrar um trabalho, ganhar dinheiro ou descobrir uma oportunidade. Hoje, porém, acredito que ela seja muito maior.

Ela envolve aprender a decidir que vida quero construir, compreender o que preciso para sustentá-la e começar a me tornar a pessoa capaz de vivê-la. E isso tem muita relação com a viagem interior que começamos a explorar no capítulo 26.

Primeiro surgiu uma pergunta:

Quem sou?

Depois, ao atravessar fronteiras, apareceu outra:

O que faço quando descubro que não sei?

Agora surge uma nova questão:

O que quero criar com tudo aquilo que estou descobrindo sobre mim?

O VIAGEM TAMBÉM PRECISA DE UMA DIREÇÃO

Andrés e Thomas – Foto: Nazareth Relaes

Quando chegamos a Foz do Iguaçu e decidimos permanecer ali por algum tempo, surgiu uma necessidade muito concreta:

Como vamos sustentar nossa vida durante essa parada?

Depois de aproximadamente dois anos viajando pela América do Sul, sempre de bicicleta e em família, sabíamos que precisávamos gerar renda.

Dessa vez, porém, decidimos não começar apenas pela pergunta:

Onde posso conseguir trabalho?

Começamos por outra:

— O que realmente quero para a minha vida?
— Quanto quero ganhar?
— Quanto tempo quero trabalhar?
— Que tipo de trabalho quero fazer?
— Quero trabalhar para alguém?
— Pretendo criar algo próprio?
— Quero ter tempo para minha família?
— Pretendo continuar viajando?
— Quero trabalhar de qualquer lugar?
— Desejo que aquilo que faço tenha relação com o que sei fazer, com aquilo que gosto e com o que posso oferecer?

Afinal, talvez gerar renda não signifique apenas conseguir dinheiro. Também significa decidir o que estou disposto a entregar em troca dele:

— Meu tempo.
— Minha energia.
— Meu conhecimento.
— Minha criatividade.
— Minha atenção.
— Minha presença.

Então surge uma questão fundamental:

Estou construindo uma vida que quero viver ou apenas uma vida que consigo sustentar?

O QUE SIGNIFICA MANIFESTAR?

A palavra “manifestar” ganhou muita popularidade. Para algumas pessoas, significa visualizar aquilo que desejam. Para outras, envolve intenção, energia, fé ou a chamada Lei da Atração.

Eu prefiro levar essa ideia para um lugar mais prático.

Para mim, manifestar significa tornar consciente aquilo que quero criar e começar a organizar minha forma de pensar, decidir e agir em torno desse propósito.

Não significa sentar e esperar que algo apareça.

Também não significa acreditar que algo acontecerá apenas porque consegui imaginá-lo.

Tampouco significa controlar todas as circunstâncias da vida.

Significa algo muito mais poderoso: deixar de viver apenas reagindo ao que acontece e começar a participar conscientemente da construção da própria vida.

Afinal, uma coisa é desejar.

Outra, completamente diferente, é criar.

DESEJO SEM MOVIMENTO VIRA FANTASIA

Atreva-se a experimentar o poder de manifestar – Nazareth Reales – Foto: Acervo Pessoal

Esta frase começou a fazer muito sentido para mim:

Desejo sem movimento = fantasia.

Movimento sem direção = desgaste.

Desejo + direção + ação + capacidade = criação.

Posso desejar viajar pelo mundo. Entretanto, se não fizer nada para me aproximar dessa realidade, continuarei apenas imaginando.

Também posso trabalhar intensamente. Porém, se não souber para onde estou levando minha vida, posso passar anos em movimento sem realmente me aproximar daquilo que desejo.

Por isso, precisamos das duas coisas: direção e movimento.

Ainda assim, falta algo: capacidade.

Aprendi que querer alguma coisa não significa, necessariamente, possuir a capacidade e a energia necessárias para sustentá-la.

ESTOU PREPARADO PARA VIVER AQUILO QUE DESEJO?

Essa pergunta mudou minha maneira de enxergar os objetivos.

Se quero determinada vida, preciso perguntar:

Que tipo de pessoa consegue viver essa realidade?

Não para me transformar em outra pessoa, mas para descobrir quais características preciso desenvolver.

Se quero alcançar determinado nível de renda:

— Como essa pessoa administra o dinheiro?
— o que pensa?
— Como trabalha?
— De que maneira organiza o próprio tempo?
— Como aprende?
— Qual linguagem utiliza para se comunicar?
— Como reage quando recebe um não?
— O que faz quando algo não acontece como esperava?
— Ela para antes de reagir?
— Que hábitos mantém?
— Que decisões toma diariamente?
— O que deixou de fazer?
— Que conversas mantém consigo mesma?
— Que limites estabelece?
— Quais habilidades desenvolveu?

Talvez o verdadeiro trabalho não consista apenas em conquistar aquilo que desejo.

Talvez também envolva me tornar alguém capaz de sustentar aquilo que chegar.

1. CLAREZA: O QUE EU REALMENTE QUERO?

Família Bikeagle / CasaenBici – Foto: Acervo Pessoal

Antes de pensar em como conquistar alguma coisa, preciso saber o que estou tentando criar.

Não basta dizer:

“Quero ganhar mais dinheiro.”

Preciso perguntar:

— Para que quero esse dinheiro?
— O que quero que essa renda torne possível?
— Quanto realmente preciso?
— Como quero utilizar meu tempo?
— Onde quero viver?
— Com quem?
— O que quero aprender?
— O que quero oferecer?
— Como quero me sentir durante esse processo?

E, principalmente:

Isso realmente é algo que quero ou estou perseguindo aquilo que aprendi que deveria desejar?

No capítulo 7, 2026, já havíamos falado sobre isso: antes de agir, vem o diagnóstico; depois, a escolha; em seguida, a intenção.

As metas oferecem direção. Entretanto, primeiro precisamos descobrir o que realmente faz sentido para nós.

MINHA VISÃO — FERRAMENTA PRÁTICA

Pegue uma folha e complete a frase:

A vida que quero construir tem…

— Um lugar:
— Um ritmo:
— Pessoas importantes:
— Uma forma de gerar renda:
— Uma forma de servir:
— Tempo para:
— Espaço para:
— Aprendizados:
— Experiências:
— Valores:
— Uma sensação que quero experimentar mais:

Você não precisa ter todas as respostas.

Precisa apenas começar a fazer perguntas melhores.

2. VISÃO: TORNE-A VISÍVEL

Quando algo permanece apenas na nossa cabeça, pode continuar indefinido durante anos.

Por isso, precisamos escrever.

— Descrever.
— Desenhar.
— Organizar.
— Colocar números.
— Transformar uma ideia abstrata em algo que possamos observar.

Então podemos perguntar:

Se eu pudesse desenhar conscientemente minha próxima etapa, como ela seria?

— Como seria um dia normal?
— A que horas começaria?
— Com o que trabalharia?
— Quanto tempo dedicaria ao trabalho?
— Quanto tempo teria para minha família?
— O que estaria aprendendo e criando?
— O que estaria oferecendo?
— De quanto precisaria financeiramente?

Essa ferramenta não pretende adivinhar o futuro.

Ela pretende nos ajudar a dar forma a uma intenção.

3. IDENTIDADE: TORNE-SE QUEM CONSEGUE SUSTENTAR ESSA VIDA

Nazareth e Thomas – Foto: Nazareth Reales

Aqui começa uma das partes mais importantes.

Não se trata apenas de perguntar:

O que quero ter?

Também precisamos perguntar:

Quem preciso ser para viver dessa maneira?

— Se quero uma vida com mais liberdade, preciso desenvolver responsabilidade.
— Se quero gerar renda de forma independente, preciso desenvolver habilidades, organização e capacidade de decisão.
— Se quero mais tempo, preciso aprender a estabelecer prioridades.
— Se quero cuidar de uma família enquanto viajo, preciso criar sistemas.
— Se quero construir algo próprio, preciso desenvolver constância.

Não se trata de buscar perfeição.

Trata-se de observar quais características a vida que estou tentando construir exige de mim.

A VERSÃO DE MIM QUE JÁ VIVE ESSA REALIDADE

Complete a frase:

— Essa pessoa pensa…
— Essa pessoa conversa consigo mesma dessa maneira…
— Essa pessoa possui estes hábitos…
— Essa pessoa administra o tempo assim…
— Essa pessoa lida com o dinheiro desta forma…
— Essa pessoa responde aos problemas assim…
— Essa pessoa toma decisões dessa maneira…
— Essa pessoa deixou de fazer…

Depois vem a pergunta mais importante:

O que essa versão de mim faz que eu ainda não faço?

É justamente aí que aparece o trabalho real.

4. LINGUAGEM: OBSERVE A HISTÓRIA QUE VOCÊ CONTA A SI MESMO

Thomas estudando – Foto: Nazareth Reales

No capítulo 26, 2026, começamos a falar sobre algo que parece simples, mas pode transformar nossa maneira de nos relacionarmos conosco:

A linguagem também constrói quem acreditamos ser.

— “Eu sou assim.”
— “Eu não consigo.”
— “Comigo nunca funciona.”
— “Sempre acontece a mesma coisa.”
— “Eu não sirvo para isso.”
— “Não tenho sorte.”
— “É impossível.”

Talvez não precisemos substituir essas frases por afirmações que não consideramos verdadeiras.

Podemos começar por algo mais honesto: observá-las.

Então, podemos perguntar:

— Isso é um fato?
— Ou é uma história que repito há muito tempo?
— Existe outra maneira de interpretar essa situação?

Por exemplo:

Em vez de:

“Eu não sei ganhar dinheiro.”

Podemos dizer:

“Estou aprendendo novas maneiras de gerar valor e renda.”

Em vez de:

“Nunca vou conseguir trabalho.”

Podemos dizer:

“Ainda não encontrei a oportunidade adequada, mas posso continuar criando possibilidades.”

Não se trata de negar a realidade.

Trata-se de não transformar uma circunstância atual em uma identidade permanente.

5. AÇÃO: TRANSFORME O DESEJO EM MOVIMENTO

Foto: Nazareth Relaes

É aqui que muitas ideias morrem.

Temos uma visão.

Sabemos a nossa intenção

Temos clareza.

Mas não fazemos nada.

Por isso, uma pergunta simples pode mudar o nosso dia:

Qual pequena ação posso realizar hoje para me aproximar daquilo que quero?

Pode ser:

— Uma ligação.
— Uma proposta.
— Uma página.
— Uma hora de estudo.
— Uma mensagem.
— Uma conversa.
— Uma pesquisa.
— Um teste.
— Uma publicação.
— Uma venda.
— Um treinamento.
— Uma decisão pendente.

Não precisamos resolver nossa vida inteira hoje.

Precisamos apenas avançar na direção certa.

Isso também faz parte do que já construímos em nosso sistema de 90 dias: transformar grandes objetivos em ações mensais, semanais e diárias.

Afinal, a transformação não acontece apenas no momento em que decidimos.

Ela acontece naquilo que repetimos depois da decisão.

6. ABERTURA: TENHA CLAREZA SOBRE O DESTINO E FLEXIBILIDADE NO CAMINHO

Durante esta viagem, também estamos aprendendo algo importante:

Não saber tudo não significa estar perdido.

Podemos saber o que queremos sem conhecer exatamente o caminho que nos levará até lá.

Isso se conecta diretamente ao capítulo 27, 2026.

Quando atravessamos uma fronteira, descobrimos que existiam coisas que desconhecíamos. Quando começamos uma nova etapa profissional, acontece o mesmo.

Talvez imaginemos uma porta e outra apareça.

Podemos acreditar que precisamos de um emprego e descobrir uma colaboração.

Pensar que precisamos de determinada quantia de dinheiro e perceber que também precisamos aprender a administrar melhor aquilo que já temos.

Podemos acreditar que sabemos exatamente o que queremos e, depois de uma experiência, precisar rever nossa visão.

Atreva-se a experimentar o poder de manifestar – foto: Acervo Pessoal

Por isso, posso combinar duas coisas:

clareza na intenção + mente aberta.

Não preciso controlar cada detalhe para continuar avançando.

Posso:

— Observar.
— Perguntar.
— Escutar.
— Experimentar.
— Aprender.
— Ajustar.
— Recomeçar.

7. CAPACIDADE: APRENDA A SUSTENTAR O QUE ESTÁ CRIANDO

Aqui chegamos a uma parte que muitas vezes esquecemos.

Queremos o resultado, mas nem sempre nos preparamos para sustentá-lo.

— Quero liberdade. Tenho a disciplina necessária para me organizar?
— Quero mais dinheiro. Tenho conhecimento financeiro suficiente para administrá-lo?
— Quero um negócio. Estou preparado para aprender, vender, errar e tentar novamente?
— Quero viajar. Tenho sistemas capazes de sustentar a rotina enquanto me movimento?
— Quero uma família unida. Estou disposto a cuidar dos meus relacionamentos todos os dias?
— Quero tempo. Sei dizer não?

Aquilo que desejamos também traz responsabilidades.

Talvez essa seja uma das perguntas mais poderosas que podemos fazer:

O que preciso aprender, mudar ou fortalecer em mim para conseguir sustentar aquilo que estou pedindo à vida?

E DEPOIS… REVISAR

Criar conscientemente não significa acertar sempre.

Por isso, precisamos:

— Parar.
— Observar.
— Revisar.
— Ajustar.

No sistema do bullet journal, já havíamos falado sobre a revisão semanal: não para nos julgarmos, mas para observar a realidade, reconhecer o que funcionou e fazer os ajustes necessários.

Agora, também podemos utilizar uma nova ferramenta.

MINHA REVISÃO SEMANAL DE CRIAÇÃO

— Qual é o meu objetivo neste momento?
— Como avancei, nesta semana, em direção a ele?
— Quais caminhos deram certo?
— Em quais pontos encontrei dificuldades?
— Quais aprendizados levo comigo?
— Qual oportunidade surgiu de forma inesperada?
— Em quais situações deixei o medo conduzir minhas escolhas?
— Onde consegui agir com confiança?
— Que ajustes preciso fazer a partir de agora?
— Quais conquistas fazem parte da minha vida hoje e, no passado, pareciam distantes?
— Pelo que sou grato na vida que construí até aqui?

Essa última pergunta também importa.EU JÁ VIVIA ALGUMAS DAS COISAS QUE UM DIA SONHEI

Atreva-se a experimentar o poder de manifestar. Foto: Nazareth reales

Quando observo minha vida atual, percebo algo que durante muito tempo não enxerguei com clareza suficiente.

— Já tenho a família que um dia imaginei.
— Tenho a companheira que escolhi com tanto cuidado.
— Tenho filhos.
— Tenho uma casa que também escolhi.

E não se trata de uma casa convencional.

É a nossa Casa em Bici.

Uma casa que pode se mover.

Esta casa nos permitiu conhecer territórios, pessoas e culturas.

Uma casa que nos levou pela Colômbia, Venezuela, Brasil, Paraguai e agora Argentina.

Um estilo de vida que, em algum momento, existia apenas como uma possibilidade dentro da minha cabeça.

Entretanto, antes de se transformar em realidade, houve decisões.

Houve conversas. Ganhamos aprendizado.

Houve preparação. Inovamos sistemas. Criamos hábitos e trabalho.

Ocorreram erros, momentos de incerteza.

Houve movimento e algo fundamental:

uma decisão.

Decidir que tipo de vida eu queria tentar construir.

Isso não significa que tudo tenha acontecido exatamente como imaginei.

A vida também traz situações que não escolhemos.

Ainda assim, consigo reconhecer que muitas coisas que hoje fazem parte da minha realidade começaram, em algum momento, como uma escolha.

O VERDADEIRO TRABALHO COMEÇA DEPOIS DO DESEJO

Talvez, por isso, hoje eu enxergue a manifestação de outra maneira.

Não como uma fórmula mágica.

Não como imaginar algo, sentar, pedir e simplesmente esperar.

Eu a vejo como um processo.

Primeiro, observo.

Depois, escolho.

Em seguida, imagino. Preparo-me.

Aprendo.

Ajusto.

E sustento.

Então, começo novamente.

Porque criar nossa vida se parece muito com viajar de bicicleta.

Não podemos controlar o clima. Nem decidir como estará a estrada.

Não sabemos quem aparecerá na próxima cidade.

Também não sabemos qual dificuldade encontraremos depois da próxima curva.

Mas podemos decidir para onde estamos tentando ir.

Podemos preparar nossas bicicletas, revisar nossas ferramentas, cuidar da nossa energia.

Podemos escolher nosso ritmo, parar quando necessário.

E podemos voltar a pedalar.

O QUE VOCÊ QUER CRIAR?

Esta é a pergunta que quero deixar com você depois desta crônica.

Não:

O que você quer ter?

Mas:

Que vida você quer criar?

— O que você quer experimentar?
— O que quer oferecer?
— A quem quer servir?
— Como quer utilizar seus talentos?
— Quanto dinheiro precisa para sustentar essa vida?
— Que tipo de trabalho faria sentido para você?
— O que precisa aprender?
— Que hábitos precisa desenvolver?
— Que versão de você consegue sustentar aquilo que está imaginando?

E, acima de tudo:

Qual pequena ação você pode realizar hoje?

Porque um desejo precisa de movimento.

E o movimento precisa de direção.

Quando acrescentamos ação e capacidade ao desejo e à direção, algo começa a mudar.

Desejo sem movimento é fantasia.

Movimento sem direção é desgaste.

Desejo + direção + ação + capacidade = criação.

Talvez manifestar não signifique conquistar tudo o que queremos.

Talvez signifique aprender a escolher conscientemente o que queremos criar, desenvolver a capacidade de sustentar essa escolha e encontrar coragem para começar a construí-la.

A viagem interior continua.

Desta vez, não apenas perguntamos quem somos.

Também não nos limitamos a atravessar aquilo que desconhecemos.

Agora começamos a perguntar:

O que vamos fazer com todo o poder de escolha que estamos descobrindo dentro de nós?

E então voltamos a pedalar.

Porque a vida também se constrói assim:

— uma decisão,
— uma ação,
— um hábito,
— um dia,
— um quilômetro de cada vez.

Nos vemos no próximo capítulo, com a CasaenBici.

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